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Resumos
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Danish initiatives for reading promotion
Ann Poulsen
The presentation is briefly going to deal with the
challenges related to reading skills of Danish children. Emphasis will be put on
strategies to support reading and presentation of a number of national library
programmes: a Bookstart programme for children up to three years and a
kindergarten library programme mainly for children between three and six years.
For school children there is a Joy of reading campaign – including national
quizzes and contests as well as a children’s book award based on the children’s
own nomination. In addition there are also homework cafés and a new initiative
offering online support to homework. The presentation will be illustrated by
examples of good practice.
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Ignorance is not our heritage. Libraries and reading, a value judgment
Bob Usherwood
This paper will argue that librarians should avoid taking the populist route when seeking to promote reading and other aspects of the service. The perils of populism can be seen all around us. Other public service organizations demonstrate that the more a service places emphasis on populist appeal the greater the risk of sacrificing its integrity and losing sight of its original purpose. For what might appear to be the right reasons, professionals working in a variety of cultural organizations have been urged to popularize what they provide in order to attract people who are not currently using what their service offers. It is suggested that the public library has to be much more than a simple retail service and that it should do things that commercial organizations will not. Moreover, it should seek to counteract the ignorance and prejudice engendered by a society that cultivates celebrity, cash and trash. This means that the politicians and professionals responsible for the service need to move on from the position of addressing agendas that have been suggested by others, to one where they argue for what is necessary and valuable. The speaker in reviewing some current professional debates about literacy, commercialised culture and the need for excellence suggests that as we enter a more serious age there are signs that Richard Hoggart’s arguments for “critical literacy” might be heeded and that librarians might use them as a compass to guide them in their activities.
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Biblioteca 2.0: de la biblioteca expositiva a la biblioteca interactiva
Catuxa Seoane
Garcia
Internet ha revolucionado el mundo y el
modo en que los ciudadanos acceden, consumen, y comparten información, ésto
unido a la instauración de un nuevo concepto de Web, denominada Web 2.0, basada
en conceptos como sabiduría de las multitudes, conocimiento colectivo,
reutilización, colaboración... ha dado lugar a la creación y utilización de toda
una serie de herramientas y servicios basados en el software social, que hacen
especial hincapié en el espíritu colaborativo y en donde las bibliotecas tienen
mucho que aportar.
Gracias a la Web 2.0 podemos hablar de un nuevo concepto de biblioteca en la que
la comunidad de usuarios son el motor de un sistema bibliotecario en el que no
existen las barreras físicas ni temporales y en donde el usuario es creador y
consumidor de contenidos. La capacidad de adaptación y la actitud con la que
enfrentarse a estas nuevas herramientas sociales, son la clave para renovar los
centros y servicios bibliotecarios y ofrecer a la ciudadanía verdaderas
bibliotecas para el siglo XXI.
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@Ler
e a Ler – Ecologias da leitura para todos os gostos
Elisabete Fiel
«Como se faz um leitor? Ou melhor como se recupera um leitor e optimiza os que
já sentem o apelo pela leitura? Estas questões são cruciais para qualquer
professor ou para qualquer professor que desempenhe a função de Coordenador de
uma Biblioteca Escolar. Num mundo de mudanças constantes resolvemos encetar
algumas leituras que nos poderiam ajudar a encontrar soluções ou pelo menos a
entender qual seria o futuro das Bibliotecas, dos leitores e das novas
tecnologias.
O ano lectivo de 2008/09 foi marcado por várias formas de promoção da leitura…
em diferentes ecologias…para «Todos os Gostos».
» Práticas de promoção da leitura nas bibliotecas
públicas em Portugal: resultados de um inquérito recente
José Soares Neves
Em 2009, no âmbito dos estudos promovidos pelo
Plano Nacional de Leitura, uma equipa do Observatório das Actividades Culturais
realizou um inquérito às bibliotecas públicas municipais. Nesta comunicação
apresentam-se e discutem-se alguns dos resultados do referido inquérito em três
planos: (i) caracterização das bibliotecas quanto às actividades de animação
cultural que realizam; (ii) opiniões manifestadas pelos seus responsáveis
relativamente à relação entre bibliotecas públicas e promoção da leitura; (iii)
caracterização dos projectos de promoção da leitura postos em prática, e tidos
como particularmente significativos por parte dos responsáveis, quanto aos
objectivos e aos públicos-alvo visados.
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Para
que os meus filhos gostem de ler: histórias de leituras partilhadas
Maria João Rodrigues Quadrado Sampaio
Desde que a Biblioteca Municipal Almeida Garrett inaugurou os seus serviços, em
Abril de 2001, que uma das suas linhas estratégicas foi a promoção da leitura
junto das crianças. A popularidade da biblioteca cedo se impôs na camada mais
jovem da população e com frequência são as crianças que aos fins-de-semana
trazem os pais à Biblioteca.
A Hora do conto nas tardes de sábado tornou-se um roteiro obrigatório para
muitas famílias. É o momento em que pais e crianças se reúnem em torno dos
livros e das actividades lúdicas com eles relacionadas. Na sequência destas
actividades surgiu, naturalmente, a necessidade de proporcionar formação e
orientação aos pais que pretendiam acompanhar os filhos no seu processo de
crescimento como leitores.
Em 2005, visando dar resposta a questões e inquietações que frequentemente nos
colocavam, foi desenhado um projecto que elegeu como público-alvo os pais das
crianças dos 6 aos 12 anos, o grupo que na escola aprendia a ler e que se
pretendia que, com a ajuda da família, adquirisse e consolidasse hábitos de
leitura.
Os principais objectivos visavam esclarecer os pais sobre a importância da
leitura no desenvolvimento psicossocial das crianças, dar a conhecer a
literatura infanto-juvenil, orientá-los no incentivo à leitura dos filhos,
proporcionar momentos de cumplicidade a partir do livro e estimular o gosto por
diferentes formas de expressão (escrita, plástica, musical e dramática). Para
alcançar objectivos tão ambiciosos houve que recorrer a especialistas nas
diferentes áreas, o que só foi possível graças ao financiamento da Fundação
Calouste Gulbenkian.
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Da Ilíada ao twitter, ou em busca da leitura perdida: perguntas e desafios para
bibliotecas preocupadas com a promoção da leitura
Maria Manuela Barreto Nunes
Lopes Esteves
Hoje em dia, graças às novas tecnologias da informação e comunicação, nomeadamente a Internet, as ferramentas da Web 2.0 ou as facilidades dos telemóveis, a produção e publicação de informação democratizou-se e tornou-se acessível ao comum dos cidadãos. A comunicação de textos autógrafos em rede tornou-se um fenómeno do dia a dia. Quer isto dizer que, nas sociedades desenvolvidas, quase todos lêem e quase todos escrevem e são lidos, nomeadamente em mensagens rápidas e concisas. A leitura, em consequência, ao assumir aspectos de quotidianeidade por sua vez ligados ao estilo vagabundo, irrequieto e impaciente característico da informação virtual, parece assumir também uma natureza distinta daquela que tradicionalmente lhe é atribuída. Compreender os novos aspectos da leitura torna-se assim uma tarefa urgente e obrigatória para as bibliotecas que assumem como uma das suas principais funções a criação, promoção e desenvolvimento de hábitos de leitura sustentados. Sobre este tema teceremos algumas reflexões, e apresentaremos exemplos que apontam para uma compreensão do fenómeno, situados no campo das bibliotecas públicas e escolares.
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A formação do leitor : Objectivos, tarefas e parcerias entre a sala de aula e as
bibliotecas (escolares e públicas)
Max Butlen
A questão das complementaridades e da partilha de tarefas entre os diferentes
actores na formação de leitores conheceu evoluções significativas nos diversos
países europeus, e nomeadamente em França, nos últimos trinta anos. Os
bibliotecários, ao lado de outros fazedores de opinião, empenharam-se em
construir o problema social e cultural da insuficiência das políticas de
leitura. A entrada na agenda política e administrativa daqui resultante teve
frequentemente como consequência a melhoria da oferta de leitura. O
desenvolvimento de numerosas bibliotecas para a juventude com reconhecido
dinamismo levou a escola a interrogar-se sobre os seus resultados, os seus
objectivos, os seus métodos, sobre a sua política de formação de leitores e
sobre as ferramentas de que dispõe.
Inversa e paralelamente, o desenvolvimento das investigações universitárias e
pedagógicas sobre o acto de ler, sobre a recepção dos textos, sobre a construção
de uma cultura literária levou a uma modificação da abordagem da leitura na
escola e às representações tradicionais do prazer de ler. Doravante, tendo em
atenção estes progressos de uma e de outra parte, são possíveis parcerias de um
novo tipo entre professores e bibliotecários, da sala de aula à biblioteca
escolar, da biblioteca escolar à biblioteca municipal para a construção de uma
cultura literária bem como para o acesso à informação.
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Práticas de leitura dos jovens do ensino
secundário - contributo para a sua compreensão
Natália Caseiro
Uma abordagem desapaixonada e sem estados de
espírito sobre as práticas de leitura de jovens do ensino secundário, no
ambiente de uma biblioteca escolar particular (Escola Secundária de Domingos
Sequeira em Leiria), é o objectivo central desta comunicação.
Em termos metodológicos, vão ser explorados três tipos de dados. Por um lado, as
evidências de uso deixadas pelos utilizadores no espaço da biblioteca e
acumuladas durante mais de uma década; incluem dados estatísticos de requisição
de documentos e marcas de uso deixadas pelos alunos nos livros e que transmitem
ao observador distanciado um perfil de leitor e da própria instituição. Por
outro lado, e com vista a um conhecimento mais grupal dos práticas de leitura do
jovens, foi aplicado um questionário por inquérito, através da amostragem de
três turmas do 11º ano de diferentes áreas de estudo da escola. Estes dados
foram ainda complementados com abordagens de casos atípicos de jovens leitores
que fogem a comportamentos padrão e que fazem da leitura um fenómeno complexo de
análise, nem sempre redutível a determinismos familiares, geográficos, sociais
ou outros.
Apesar de parcelar, este estudo poderá ser um contributo para a compreensão
daquilo que lêem e como lêem os jovens de hoje e qual o espaço do livro nos seus
hábitos culturais. Nem sempre conforme as idealizações dos adultos e das
bibliotecas escolares.
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Crónicas de um bibliotecário ambulante por terras e gentes de Proença-a-Nova
Nuno
Marçal
A Bibliomóvel, ao iniciar as suas andanças por terras e gentes de
Proença-a-Nova, tornou-se parte de uma história que teve o seu inicio, há cerca
de 50 anos atrás com o aparecimento das saudosas Bibliotecas Itinerantes da
Fundação Calouste Gulbenkian.
Orgulhosa de fazer parte deste legado, a Bibliomóvel procura através dos
recursos humanos, técnicos e sentimentais levar algumas “aspirinas” contra a
solidão e o isolamento às povoações do concelho.
Enquadrada em duas dimensões, na primeira prevalece o primado da Informação, no
seu acesso de uma forma eficaz e eficiente e em vários suportes, sem esquecer a
promoção do Livro e da Leitura em todas as faixas etárias, inclusive a 3ª Idade.
Para além disso apostamos também na criação de relações de proximidade e
cumplicidade com as populações servidas pelos percursos da Bibliomóvel. Através
destas relações procuramos dar algum alento a velhos anseios e eternos desejos
de alguma companhia e afecto.
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El fomento de la lectura en Cataluña
Núria Ventura
Las bibliotecas catalanas se caracterizaron, desde sus inicios a principios del
s.xx, por organizar actividades literarias i culturales dirigidas a todos los
públicos, con el objetivo de acercar los libros a todos los estratos de la
sociedad, especialmente los que tenían menos oportunidades de acceso a la
cultura. Noventa años más tarde seguimos planteándonos muchos de aquellos
objetivos, en una sociedad que ha cambiado de una manera espectacular.
Las bibliotecas públicas se han convertido en grandes centros de información y
consulta en cualquier soporte (libros, música, materiales electrónicos,
internet…) pero también son importantes espacios culturales que tienen un peso
muy importante en la dinámica cultural y educativa del municipio. En los últimos
15 años se ha pasado de realizar algunas actividades esporádicas, a realizar una
programación de actividades anual, dirigida a los diversos públicos, con una
gran variedad y cantidad de ofertas: presentación de autores, conferencias sobre
todo tipo de temas, recitales de poesía y música, exposiciones, lecturas en voz
alta, clubs de lectura, realización de rutas literarias etc.
Las bibliotecas son en muchos municipios el referente cultural de la población y
los ayuntamientos están interesados en estas actividades. Con el fin de que
puedan disponer de una oferta más amplia y variada de actividades, la Diputación
de Barcelona ofrece a los municipios de la Red de Bibliotecas Municipales la
posibilidad de integrarse en un plan de fomento de la lectura en forma de un
amplio catálogo de más de 200 actividades de todo tipo.
En algunos casos se abre el debate sobre si las bibliotecas deben seguir
ejerciendo este papel de dinamizadoras culturales de los municipios, con la
realización de todo tipo de actividades, con un sentido amplio de la lectura, en
la que entran desde talleres hasta conferencias sobre cualquier tema, o hay que
centrarse más en aquellos aspectos que se hallan más cerca de la literatura y la
lectura (narraciones, presentación de autores, recitales poéticos…). También nos
mueve la preocupación por llegar a nuevos públicos (inmigrantes, jóvenes no
lectores) y sobre todo buscar el apoyo de las entidades culturales, educativas y
de tiempo libre, que pueden convertirse en buenos compañeros de viaje en esta
tarea conjunta de proporcionar instrumentos de cultura, información y
entretenimiento a una buena parte de los ciudadanos.
Descriptores
Red de Bibliotecas Municipales/ bibliotecas catalanas/ nuevos públicos/
actividades culturales/ fomento de la lectura/ Diputación de Barcelona
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A leitura – Cidadãos e pessoas, obrigação e prazer
Paula Morão
Tanto nas Bibliotecas da Rede Pública, como em espaços não convencionais (como hospitais e estabelecimentos prisionais), a leitura pública é uma responsabilidade do Estado. Cabe à DGLB, organismo dependente do Ministério da Cultura, arquitectar e pôr em prática acções de índole muito diversa, visando o desenvolvimento da leitura – quer no apoio à construção e equipamento da RNBP, quer pelos programas dirigidos à promoção da leitura, bem conhecidos no universo dos profissionais das bibliotecas. Os objectivos de tais acções e programas não se limitam ao lado material e visível (edifícios e recheio deles), antes se estendem ao campo imaterial e conceptual, que poderemos resumir na meta de elevar o nível de cultura dos cidadãos, aos quais devem ser proporcionados os instrumentos mentais para serem mais conscientes, mais esclarecidos, mais abertos e mais livres. As políticas públicas de leitura, quer pelo lado do Ministério da Educação quer pelo do Ministério da Cultura (parceiro, com o Ministério dos Assuntos parlamentares, no Plano Nacional de Leitura), visam no limite propiciar a todos as condições necessárias para serem cidadãos plenos, melhores e mais felizes pessoas.
Como é que a leitura e a escrita podem contribuir para este objectivo de desenvolver os cidadãos nos planos social e cívico, mas também a nível intelectual e estético? Defende-se nesta comunicação que é responsabilidade do Estado contribuir decisivamente para que os cidadãos possam ter um melhor entendimento do mundo e do humano, espelhados em textos e em outros suportes de um saber que também proporciona prazer. Usando alguns exemplos, procurar-se-á mostrar como a leitura pode alargar horizontes e dar entrada na fruição de mundos reais e imaginários.
Em suma, as políticas públicas devem tornar verdadeira e pró-activa a fórmula Melhor cidadão, melhor leitor – duas faces da mesma moeda.
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Leituras de berço: práticas de promoção da leitura com bebés dos 9 meses aos 3
anos e respectivas famílias
Susana Silvestre
Conscientes da importância da partilha do livro e da leitura na primeira
infância, a Biblioteca Municipal D. Dinis, em Odivelas, tem em curso um
laboratório de leitura intitulado “Dois braços para embalar uma voz para contar:
actividades de leitura para bebés dos 9 meses aos 3 anos”.
A importância deste laboratório advém da possibilidade do mesmo suscitar
questões que promovam a reflexão e a discussão sobre o papel das bibliotecas
públicas portuguesas no suporte à literacia emergente e à literacia familiar.
Os contextos institucionais (nomeadamente a escola e a biblioteca), o contexto
familiar e os contextos informais têm um papel importante na emergência de
comportamentos de literacia. Nestes contextos, são analisadas não só as
interacções entre o adulto e a criança, em situações de literacia partilhada,
como também as tentativas, independentes da criança, na exploração do material
impresso.
O contacto precoce das crianças com os livros e com a leitura deve ser uma
preocupação constante das bibliotecas públicas e das famílias, pois mais
importante que aprender a ler, de um ponto de vista formal, é a necessidade de
promover situações de interacção em torno do material impresso, proporcionadas
pelos adultos, no dia-a-dia da criança.
Para que o trabalho da biblioteca surta efeitos a longo prazo no contexto
familiar, o laboratório foi estruturado em acções, direccionadas para grupos com
um número de participantes restrito, com características idênticas, durante um
determinado período de tempo (em média cada acção decorre num período de 6
meses)
A estrutura das sessões e o modo como são dinamizadas são constantemente alvo de
avaliação, e por conseguinte alteradas e aperfeiçoadas, tendo por base a
resposta dos pares aos estímulos criados pelos mediadores da leitura.
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Bibliodomus, a leitura em casa
Vera
Silva
As bibliotecas públicas desempenham um papel relevante para a
qualificação das pessoas, afirmação e exercício da cidadania ao
providenciar-lhes acessibilidade a recursos informativos, culturais e
tecnológicos. Garantir a democratização ao seu acesso, promover a inclusão
social e a valorização da comunidade são pressupostos em que assentam a visão,
missão e objectivos da Biblioteca Municipal do Seixal.
Um projecto que tem por finalidade contribuir para a materialização dos
pressupostos do nosso trabalho é o BiblioDOMUS, um serviço de leitura
domiciliária prestado a munícipes com necessidades especiais devido a problemas
de mobilidade, permanentes ou temporários. Pretende-se que estas pessoas, apesar
das suas limitações possam, como todos os outros cidadãos, usufruir dos seus
direitos de acesso à cultura e à informação.
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