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As plantas aquáticas emergentes são espécies vegetais anfíbias que vivem em águas pouco profundas, enraizadas no solo e cujos talos e folhas emergem fora de água, podendo alcançar alturas de 2 a 3 metros. Estas plantas, intermédias entre as aquáticas e terrestres propriamente ditas, são muito vigorosas e produtivas em virtude de aproveitarem as vantagens dos dois meios: o terrestre e o aquático.
A eliminação de compostos como o Azoto ou o Fósforo, são outra das etapas fundamentais dos sistemas de plantas emergentes. Uma parte destes compostos são absorvidos, outra parte sofre fenómenos de desnitrificação (azoto) ou de absorção pelas partículas de argila e pelas partículas orgânicas (fósforo), permitido assim uma limpeza gradual mas total dos compostos indesejáveis que se encontram nos efluentes.
As plantas macrófitas têm sido também utilizadas, com êxito, na Europa e Estados Unidos no Tratamento de Lodos provenientes de sistemas convencionais de depuração. O tipo de estruturas desenvolvidas pela Cetambio, consiste na construção de leitos secos de plantas macrófitas, assentes num substrato arenoso. O conteúdo da água do lodo vai gradualmente reduzindo-se por evaporação e por percolação através do substrato arenoso. Além disso produz-se uma estabilização gradual através de processos aeróbios e anaeróbios.
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